Peelings: Casos comuns de uso de peelings em tratamentos dermatológicos
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 1 de abril de 2025
Casos comuns de uso de peelings em tratamentos dermatológicos
Os peelings químicos são amplamente utilizados por profissionais de saúde para tratar diversas condições dermatológicas, promovendo renovação celular e melhorando a qualidade da pele. Conheça os principais casos em que esse procedimento é indicado:
1. Melhora da textura e tom da pele
Pacientes com pele irregular, áspera ou com sinais de envelhecimento precoce podem se beneficiar de peelings superficiais ou médios. Eles estimulam a produção de colágeno, suavizando rugas finas e devolvendo luminosidade.
2. Tratamento de acne e cicatrizes
Para quem sofre com acne ativa ou marcas residuais, peelings com ácido salicílico ou glicólico ajudam a desobstruir poros, reduzir inflamações e atenuar cicatrizes superficiais.
3. Hiperpigmentação e melasma
Manchas causadas por exposição solar, alterações hormonais ou processos inflamatórios respondem bem a peelings com ácido tricloroacético (TCA) ou ácido kójico, que uniformizam o tom da pele.
4. Queratose actínica e pré-cancerizações
Em casos de lesões pré-malignas, peelings mais profundos podem ser usados como parte do tratamento, sempre sob supervisão de um dermatologista especializado.
5. Preparação para outros procedimentos
Peelings leves são frequentemente aplicados antes de lasers ou microagulhamento para potencializar a penetração de ativos e melhorar os resultados finais.
É essencial que o profissional de saúde avalie individualmente cada paciente, considerando tipo de pele, histórico médico e objetivos, para selecionar o peeling mais adequado e evitar complicações.