Osteopenia e osteoporose: Para quais pessoas é destinado o tratamento de osteopenia e osteoporose?
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 24 de março de 2025
Para quais pessoas é destinado o tratamento de osteopenia e osteoporose?
O tratamento para osteopenia e osteoporose é especialmente indicado para pacientes com diagnóstico confirmado dessas condições, visando prevenir fraturas e melhorar a densidade óssea. No entanto, também pode ser recomendado para grupos de risco que ainda não apresentam a doença, mas têm maior probabilidade de desenvolvê-la.
Pacientes com diagnóstico de osteopenia ou osteoporose
Indivíduos que já foram diagnosticados com osteopenia (perda moderada de massa óssea) ou osteoporose (perda avançada, com risco elevado de fraturas) são os principais candidatos ao tratamento. O objetivo é reduzir a progressão da doença e fortalecer os ossos por meio de medicamentos, suplementação e mudanças no estilo de vida.
Grupos de risco para osteoporose
Algumas pessoas têm maior predisposição a desenvolver osteoporose e podem se beneficiar de intervenções preventivas. Entre elas estão:
Mulheres na pós-menopausa: A queda nos níveis de estrogênio acelera a perda óssea.
Idosos acima de 65 anos: O envelhecimento natural reduz a densidade mineral óssea.
Pacientes com histórico familiar: A genética influencia no risco de desenvolver a doença.
Indivíduos com baixo IMC ou deficiência de cálcio/vitamina D: A nutrição inadequada prejudica a saúde óssea.
Pessoas com condições médicas associadas
Algumas doenças e medicamentos aumentam o risco de osteoporose, como:
Doenças endócrinas: Hipertireoidismo, diabetes e síndrome de Cushing.
Uso prolongado de corticoides: Reduzem a absorção de cálcio e enfraquecem os ossos.
Doenças inflamatórias crônicas: Artrite reumatoide e doença celíaca.
Pacientes com histórico de fraturas
Quem já sofreu fraturas por fragilidade óssea, especialmente no quadril, coluna ou punho, deve iniciar o tratamento para evitar novas complicações. A osteoporose silenciosa muitas vezes só é detectada após uma fratura, reforçando a necessidade de acompanhamento médico.
O tratamento personalizado, com orientação de um profissional de saúde, é essencial para garantir os melhores resultados e minimizar riscos. Se você se enquadra em algum desses grupos, consulte um especialista para avaliação e conduta adequada.