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Investigação e tratamento infertilidade: Perguntas frequentes sobre investigação e tratamento da infertilidade

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 24 de julho de 2025

Perguntas frequentes sobre investigação e tratamento da infertilidade

1. Quais são as principais causas da infertilidade?

A infertilidade pode ser causada por fatores femininos, masculinos ou ambos. Entre as causas femininas mais comuns estão distúrbios ovulatórios, endometriose e obstrução tubária. Nos homens, destacam-se alterações na produção ou qualidade dos espermatozoides e problemas de ejaculação.

2. Quando devo procurar um especialista em fertilidade?

Recomenda-se buscar ajuda profissional após 12 meses de tentativas sem sucesso em casais com menos de 35 anos. Para mulheres acima de 35 anos, o prazo cai para 6 meses. Em casos de condições pré-existentes, como endometriose ou histórico de quimioterapia, a avaliação deve ser antecipada.

3. Quais exames são realizados na investigação da infertilidade?

A avaliação inclui análise seminal, ultrassonografia transvaginal, histerossalpingografia e dosagens hormonais. Em alguns casos, exames genéticos ou laparoscopia diagnóstica também podem ser necessários.

4. Quais são as opções de tratamento disponíveis?

Os tratamentos variam conforme a causa e incluem desde indução da ovulação e inseminação intrauterina até técnicas mais avançadas, como fertilização in vitro (FIV) e ICSI. Em casos específicos, cirurgias reparadoras ou doação de gametas podem ser indicadas.

5. Qual é a taxa de sucesso dos tratamentos de fertilidade?

As taxas variam conforme a técnica e a idade da paciente. A FIV, por exemplo, apresenta taxas de sucesso entre 40% e 60% em mulheres com menos de 35 anos, reduzindo progressivamente com o avanço da idade.

6. Quais são os riscos associados aos tratamentos?

Entre os riscos estão síndrome de hiperestimulação ovariana, gravidez múltipla e, em casos raros, complicações cirúrgicas. A equipe médica deve orientar sobre os cuidados necessários para minimizar esses riscos.

7. O estilo de vida influencia na fertilidade?

Sim, fatores como tabagismo, obesidade, estresse excessivo e consumo de álcool podem prejudicar a fertilidade. Manter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios moderados ajuda a melhorar as chances de concepção.

8. O tratamento de infertilidade é coberto por planos de saúde?

A cobertura depende da legislação e do contrato do plano. No Brasil, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) exige que os planos cubram procedimentos como FIV, mas com limitações. É essencial verificar as condições específicas do convênio.

9. Existem alternativas para casais que não conseguem engravidar com os tratamentos convencionais?

Sim, opções como adoção de embriões, barriga de aluguel (em países onde é permitido) e adoção tradicional podem ser consideradas. A decisão deve ser tomada em conjunto com a equipe médica e apoio psicológico.

10. Como lidar com o impacto emocional do tratamento?

A infertilidade pode gerar ansiedade e depressão. Acompanhamento psicológico e grupos de apoio são fundamentais para ajudar os casais a enfrentar esse desafio de forma mais equilibrada.