Inmunoterapia contra malignidades hematológicas: Casos comuns de tratamento com imunoterapia para malignidades hematológicas
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 28 de março de 2025
Casos comuns de tratamento com imunoterapia para malignidades hematológicas
A imunoterapia tem se mostrado uma abordagem promissora no tratamento de diversas malignidades hematológicas, sendo especialmente indicada em casos específicos onde outras terapias apresentam limitações. Conheça os cenários mais frequentes:
1. Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) recidivante ou refratária
Pacientes com LLA que não respondem à quimioterapia padrão ou apresentam recidiva podem se beneficiar de terapias como CAR-T cells, que reprogramam células do sistema imunológico para atacar células cancerígenas.
2. Linfoma Difuso de Grandes Células B (LDGCB)
O LDGCB agressivo, especialmente em casos refratários, tem apresentado respostas significativas com o uso de anticorpos monoclonais e terapias celulares avançadas, como o axicabtagene ciloleucel.
3. Mieloma Múltiplo em recaída
Para pacientes com mieloma múltiplo que já passaram por múltiplas linhas de tratamento, a imunoterapia com anticorpos biespecíficos ou CAR-T cells direcionados a antígenos como o BCMA tem demonstrado eficácia.
4. Leucemia Mieloide Aguda (LMA) de alto risco
Em LMA com mutações específicas ou resistência a terapias convencionais, a imunoterapia com inibidores de checkpoint ou células NK modificadas pode ser uma alternativa.
5. Linfomas de Hodgkin clássico refratários
Pacientes com linfoma de Hodgkin que não respondem a esquemas como ABVD ou BEACOPP podem ter melhores resultados com nivolumabe ou pembrolizumabe, inibidores de PD-1.
A escolha da imunoterapia depende de fatores como subtipo da doença, perfil molecular e histórico de tratamento, reforçando a importância de uma avaliação individualizada por hematologistas e oncologistas especializados.