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Imunoterapia no tratamento do câncer: Exames essenciais para acompanhar a Imunoterapia no tratamento do câncer

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 5 de maio de 2025

Exames essenciais para acompanhar a Imunoterapia no tratamento do câncer

A Imunoterapia revolucionou o tratamento do câncer, mas seu acompanhamento exige uma avaliação cuidadosa por meio de exames específicos. Esses testes ajudam a monitorar a resposta ao tratamento, identificar possíveis efeitos colaterais e ajustar a terapia conforme necessário.

Exames laboratoriais

Os exames de sangue são fundamentais para avaliar a função imunológica e detectar alterações que possam indicar toxicidade. Os mais comuns incluem:

Hemograma completo: Monitora contagem de células sanguíneas, incluindo leucócitos, que podem ser afetados pela terapia.

Painel metabólico: Avalia função renal e hepática, essencial para detectar inflamações ou danos em órgãos.

Marcadores inflamatórios: Proteína C-reativa (PCR) e velocidade de hemossedimentação (VHS) ajudam a identificar reações imunológicas exacerbadas.

Exames de imagem

Imagens são cruciais para avaliar a resposta tumoral e detectar progressão ou regressão da doença. Os principais são:

Tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM): Permitem visualizar alterações no tamanho e características do tumor.

PET-CT: Útil para identificar atividade metabólica em lesões, diferenciando tecido canceroso de necrose ou fibrose.

Biópsias e análises moleculares

Em alguns casos, é necessário confirmar a resposta ao nível celular. Exames como:

Biópsia tecidual: Avalia a presença de infiltrados imunológicos e alterações no microambiente tumoral.

Testes de PD-L1 e mutações genéticas: Determinam a probabilidade de resposta à Imunoterapia, orientando decisões terapêuticas.

Monitoramento de efeitos adversos

Como a Imunoterapia pode desencadear reações autoimunes, exames adicionais são necessários, como:

Testes de função tireoidiana (TSH, T4 livre): Comuns em casos de tireoidite induzida pelo tratamento.

Enzimas hepáticas (ALT, AST): Para detectar hepatite autoimune precocemente.

Exame de urina e função renal: Importante em suspeitas de nefrite.

O acompanhamento contínuo com esses exames garante maior segurança e eficácia da Imunoterapia, permitindo intervenções rápidas em caso de complicações.