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Glioma: Exames para diagnóstico e acompanhamento de glioma

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 5 de maio de 2025

Exames para diagnóstico e acompanhamento de glioma

O diagnóstico e o monitoramento de glioma envolvem uma série de exames de imagem e laboratoriais, essenciais para determinar a localização, o tamanho, o grau do tumor e a resposta ao tratamento.

Ressonância magnética (RM)

A ressonância magnética é o exame mais utilizado para avaliar gliomas. Com técnicas avançadas, como RM funcional e espectroscopia, é possível mapear áreas críticas do cérebro e analisar a composição bioquímica do tumor.

Tomografia computadorizada (TC)

Embora menos detalhada que a RM, a tomografia computadorizada pode ser útil em situações emergenciais ou quando há contraindicação para ressonância. Ela ajuda a identificar sangramentos e calcificações associadas ao tumor.

Biópsia e análise histopatológica

Para confirmar o diagnóstico e classificar o grau do glioma, uma biópsia ou remoção cirúrgica do tumor é realizada. O tecido é analisado por um patologista, que identifica o tipo celular e as mutações genéticas, como IDH1/2 e MGMT.

PET-CT e marcadores moleculares

Em alguns casos, a tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT) pode ser usada para avaliar a atividade metabólica do tumor. Marcadores como FET-PET ajudam a diferenciar recidiva tumoral de necrose pós-radioterapia.

Exames laboratoriais e genéticos

Testes moleculares, como sequenciamento de DNA, são cada vez mais utilizados para identificar alterações genéticas que influenciam no prognóstico e na escolha terapêutica. Marcadores como 1p/19q codeleção são cruciais na classificação de oligodendrogliomas.

Monitoramento pós-tratamento

Após cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, exames de imagem periódicos são necessários para detectar possíveis recidivas. A ressonância magnética de seguimento é o padrão-ouro nessa fase.