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Escleroterapia com radiofrequência: Casos comuns de uso da Escleroterapia com radiofrequência

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 9 de maio de 2025

Casos comuns de uso da Escleroterapia com radiofrequência

A Escleroterapia com radiofrequência é amplamente utilizada por profissionais de saúde para tratar diversas condições vasculares, especialmente aquelas relacionadas a veias doentes. Conheça os principais casos em que esse procedimento é indicado:

Varizes de pequeno e médio calibre

Pacientes com varizes superficiais que apresentam sintomas como dor, inchaço ou desconforto estético podem se beneficiar dessa técnica. A radiofrequência age selando as veias afetadas, melhorando a circulação e reduzindo os sinais visíveis.

Telangiectasias (vasinhos)

Esses pequenos vasos dilatados, comumente chamados de vasinhos, são um dos principais alvos da escleroterapia com radiofrequência. O método é eficaz para eliminar essas lesões, proporcionando resultados estéticos satisfatórios com menor risco de hiperpigmentação.

Veias reticulares

As veias reticulares, que possuem um calibre intermediário entre vasinhos e varizes, também respondem bem ao tratamento. A radiofrequência promove um fechamento controlado, minimizando complicações como flebites ou recidivas.

Doença venosa crônica em estágios iniciais

Em casos de insuficiência venosa leve a moderada, a técnica pode ser uma alternativa menos invasiva à cirurgia tradicional. Ela auxilia no alívio de sintomas como cansaço nas pernas, edema e sensação de peso.

Recidivas pós-cirurgia ou tratamento convencional

Pacientes que já passaram por outros procedimentos, como escleroterapia tradicional ou laserterapia, mas apresentaram recidivas, podem encontrar na radiofrequência uma solução complementar ou definitiva.

Essas são algumas das principais aplicações da Escleroterapia com radiofrequência, demonstrando sua versatilidade no tratamento de condições vasculares. Profissionais de saúde devem avaliar cada caso individualmente para determinar a melhor abordagem terapêutica.