Epispadia: Exames para Diagnóstico e Avaliação da Epispadia
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 2 de maio de 2025
Exames para Diagnóstico e Avaliação da Epispadia
O diagnóstico e o acompanhamento da epispadia exigem uma abordagem multidisciplinar, com exames específicos para avaliar a gravidade da condição e planejar o tratamento adequado.
Exames de Imagem
Os exames de imagem são essenciais para avaliar a anatomia do trato urinário e identificar malformações associadas. Entre os mais solicitados estão:
- Ultrassonografia renal e vesical: Avalia a estrutura dos rins e da bexiga, além de detectar refluxo vesicoureteral.
- Urografia excretora: Verifica a função renal e a anatomia do sistema urinário.
- Ressonância magnética (RM) ou Tomografia computadorizada (TC): Indicados em casos complexos para análise detalhada da musculatura pélvica e estruturas adjacentes.
Exames Urológicos Funcionais
Como a epispadia pode comprometer a função urinária e sexual, exames urodinâmicos são frequentemente necessários:
- Estudo urodinâmico: Avalia a capacidade de armazenamento e esvaziamento da bexiga.
- Cistoscopia: Permite visualizar diretamente a uretra e a bexiga para identificar defeitos estruturais.
Exames Laboratoriais
Alguns testes laboratoriais complementam a investigação, principalmente para avaliar a função renal e infecções associadas:
- Exame de urina e urocultura: Detectam infecções do trato urinário, comuns em pacientes com epispadia.
- Dosagem de creatinina e ureia: Monitoram a função renal, especialmente em casos de comprometimento vesical.
Avaliação Genética e Hormonal
Em alguns casos, especialmente quando há suspeita de síndromes associadas, podem ser solicitados:
- Análise cromossômica: Identifica alterações genéticas relacionadas a malformações congênitas.
- Dosagens hormonais: Avaliam o desenvolvimento puberal em pacientes com epispadia complexa.
O médico responsável determinará quais exames são necessários com base no quadro clínico do paciente, idade e presença de comorbidades. O acompanhamento regular é fundamental para garantir os melhores resultados terapêuticos.