Embolização esplênica: Principais causas que levam à embolização esplênica
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 2 de maio de 2025
Principais causas que levam à embolização esplênica
A embolização esplênica é indicada em situações específicas, geralmente relacionadas a condições que afetam o baço, levando a complicações que exigem intervenção minimamente invasiva. Entre as causas mais comuns estão:
Hipersplenismo
O hipersplenismo ocorre quando o baço aumenta sua atividade, destruindo células sanguíneas saudáveis em excesso. Isso pode levar a anemia, trombocitopenia ou leucopenia, exigindo a redução da função esplênica por meio da embolização.
Trauma esplênico
Em casos de lesões no baço causadas por acidentes ou traumas, a embolização pode ser uma alternativa à esplenectomia total, preservando parte do órgão e reduzindo riscos de infecções pós-operatórias.
Tumores e cistos esplênicos
Pacientes com tumores benignos ou malignos no baço, assim como cistos sintomáticos, podem se beneficiar da embolização para reduzir o tamanho das lesões ou controlar sangramentos.
Doenças hematológicas
Condições como trombocitopenia imune primária (PTI) ou anemias hemolíticas podem exigir a embolização esplênica quando o tratamento clínico não é suficiente para controlar a destruição das células sanguíneas.
Hipertensão portal
Em casos de cirrose hepática ou outras doenças que elevam a pressão na veia porta, o baço pode aumentar significativamente (esplenomegalia), causando complicações. A embolização ajuda a reduzir esse volume e aliviar sintomas.
Essas são as principais indicações, mas a decisão pelo procedimento deve sempre ser individualizada, considerando o quadro clínico do paciente e os riscos envolvidos.