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Diástase dos retos abdominais - SCOLA: Exames para Diagnóstico de Diástase dos Retos Abdominais - SCOLA

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 2 de abril de 2025

Exames para Diagnóstico de Diástase dos Retos Abdominais - SCOLA

O diagnóstico da Diástase dos Retos Abdominais - SCOLA pode ser confirmado por meio de diferentes exames, que avaliam a separação muscular e a funcionalidade da parede abdominal. Esses procedimentos ajudam a determinar a gravidade do caso e orientam o plano de tratamento mais adequado.

1. Exame Clínico (Palpação)

O primeiro passo é a avaliação física, em que o profissional de saúde palpa a região abdominal para identificar a largura e profundidade da separação muscular. O paciente é posicionado em decúbito dorsal, com os joelhos flexionados, e realiza uma leve elevação da cabeça para tensionar os músculos retos abdominais.

2. Ultrassonografia (USG) Abdominal

A ultrassonografia é um exame não invasivo que permite visualizar a distância entre os músculos retos abdominais e a espessura da linha alba. É amplamente utilizado por sua acessibilidade e ausência de radiação, sendo ideal para acompanhamento pós-tratamento.

3. Tomografia Computadorizada (TC) ou Ressonância Magnética (RM)

Em casos mais complexos ou quando há suspeita de hérnias associadas, a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética podem ser solicitadas. Esses exames fornecem imagens detalhadas da parede abdominal, auxiliando na identificação de complicações e no planejamento cirúrgico, se necessário.

4. Eletromiografia (EMG) de Superfície

Em situações onde há dúvidas sobre a função muscular, a eletromiografia pode ser útil para avaliar a atividade elétrica dos músculos abdominais, ajudando a diferenciar fraqueza muscular de outras condições.

5. Avaliação Funcional e Postural

Além dos exames de imagem, uma avaliação funcional pode ser realizada para verificar como a diástase afeta a postura, a respiração e a estabilidade do core. Fisioterapeutas especializados costumam utilizar testes específicos para mensurar a capacidade de contração muscular e a presença de compensações.

O profissional de saúde deve escolher os exames mais adequados com base no quadro clínico do paciente, considerando fatores como sintomas, histórico médico e objetivos de tratamento.