Cordotomia / Mielotomia Por Radio Frequencia: Para quem é indicada a Cordotomia / Mielotomia por Radiofrequência?
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 16 de maio de 2025
Para quem é indicada a Cordotomia / Mielotomia por Radiofrequência?
A Cordotomia / Mielotomia por Radiofrequência é um procedimento médico avançado, indicado principalmente para pacientes que sofrem de dores crônicas intensas e refratárias a outras formas de tratamento. Entre os candidatos mais comuns estão:
Pacientes com dor oncológica
Indivíduos com câncer em estágio avançado, especialmente quando a doença causa compressão nervosa ou metástases ósseas, podem se beneficiar deste procedimento. Ele é frequentemente utilizado quando a dor não responde adequadamente a medicamentos opioides ou outras terapias convencionais.
Pacientes com dor neuropática refratária
Pessoas que apresentam dor neuropática severa, como aquelas com lesões medulares traumáticas, síndromes de dor central ou neuropatias periféricas complexas, podem ser candidatas à intervenção quando outras abordagens falham em proporcionar alívio significativo.
Indivíduos com síndromes de dor crônica específicas
Condições como dor fantasma após amputações, neuralgia do trigêmeo atípica ou outras síndromes de dor intratável podem justificar a avaliação para este procedimento, desde que haja uma indicação clínica precisa e bem fundamentada.
Pacientes com contraindicações a outras terapias
Quando há intolerância a medicamentos, contraindicações para cirurgias abertas ou riscos elevados em procedimentos mais invasivos, a Cordotomia / Mielotomia por Radiofrequência pode ser uma alternativa minimamente invasiva e eficaz.
Critérios de seleção rigorosos
É fundamental que os pacientes passem por uma avaliação multidisciplinar, incluindo médicos especialistas em dor, oncologia, neurologia ou fisiatria, para confirmar a indicação e garantir que o tratamento ofereça benefícios reais com riscos controlados.
O procedimento é especialmente valioso para aqueles que buscam melhoria na qualidade de vida, redução da dependência de medicamentos e alívio sustentável da dor quando outras opções se mostram ineficazes.