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Artrodese do tornozelo (tibio-tarsica) em geral: Para quem é indicada a Artrodese do Tornozelo (Tibio-Társica)?

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 8 de abril de 2025

Para quem é indicada a Artrodese do Tornozelo (Tibio-Társica)?

A Artrodese do tornozelo é um procedimento cirúrgico recomendado para pacientes que apresentam condições específicas, como:

Pacientes com Osteoartrose Avançada

Indicada para casos graves de artrose no tornozelo, onde há degeneração articular significativa, causando dor intensa e limitação funcional. Pode ser decorrente de traumas, doenças degenerativas ou sequelas de fraturas mal consolidadas.

Portadores de Artrite Inflamatória

Pacientes com artrite reumatoide, artrite psoriásica ou outras doenças inflamatórias articulares que não respondem ao tratamento clínico e apresentam destruição articular.

Sequela de Fraturas ou Luxações

Indicado quando há instabilidade articular ou deformidade pós-traumática, especialmente em fraturas complexas do tornozelo ou tálus que evoluíram com artrose secundária.

Falha em Tratamentos Conservadores

Quando medidas como fisioterapia, infiltrações, medicamentos ou órteses não aliviam a dor ou restauram a função do tornozelo.

Pacientes com Deformidades Articulares

Indicado para correção de deformidades como pé equino, varo ou valgo que causam desalinhamento biomecânico e dor crônica.

Contraindicações Relativas

Embora seja uma opção eficaz, a Artrodese do tornozelo pode não ser recomendada para:

Pacientes com Atividade Física Intensa

Indivíduos que necessitam de grande mobilidade articular, como atletas, podem ser encaminhados para alternativas como próteses ou outras técnicas de preservação articular.

Portadores de Doenças Vasculares ou Neuropáticas Graves

Condições como neuropatia diabética avançada ou insuficiência vascular podem aumentar o risco de complicações pós-operatórias.

Pacientes com Infecção Ativa

A presença de infecção articular ou óssea requer tratamento prévio antes da realização do procedimento.

O cirurgião ortopedista deve avaliar individualmente cada caso, considerando fatores como idade, nível de atividade e expectativas do paciente em relação à mobilidade pós-cirúrgica.