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Artrodese do tornozelo (tibio-tarsica) em geral: Exames Pré-Operatórios para Artrodese do Tornozelo

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 8 de abril de 2025

Exames Pré-Operatórios para Artrodese do Tornozelo

Antes da Artrodese do tornozelo, é essencial realizar uma avaliação detalhada para garantir o sucesso do procedimento. Os exames prescritos ajudam a identificar condições subjacentes, avaliar a estrutura óssea e articular, e planejar a abordagem cirúrgica.

1. Exames de Imagem

Radiografias (Raio-X): São fundamentais para avaliar o alinhamento do tornozelo, a presença de artrose avançada, deformidades ou fraturas prévias. Geralmente incluem incidências em carga (em pé) para análise da mecânica articular.

Tomografia Computadorizada (TC): Permite uma visão tridimensional da articulação, útil para planejar a fixação cirúrgica e identificar áreas de necrose óssea ou lesões complexas.

Ressonância Magnética (RM): Indicada quando há suspeita de lesões em tecidos moles, como ligamentos, tendões ou cartilagem residual, além de avaliar a vascularização local.

2. Exames Laboratoriais

Hemograma e coagulograma: Verificam condições como anemia, infecções ou distúrbios de coagulação que podem interferir no procedimento.

Proteína C-reativa (PCR) e VHS: Auxiliam na detecção de processos inflamatórios ou infecciosos ativos.

Glicemia e exames metabólicos: Importantes em pacientes diabéticos ou com doenças crônicas que possam afetar a cicatrização.

3. Avaliação Funcional

Baropodometria ou análise da marcha: Em casos selecionados, ajuda a entender a distribuição de carga no pé e tornozelo, auxiliando no planejamento pós-operatório.

Eletromiografia (EMG): Pode ser solicitada se houver suspeita de neuropatias associadas que influenciem na recuperação.

4. Exames Complementares

Cintilografia óssea: Utilizada em casos de infecção crônica ou para avaliar a viabilidade óssea antes da fusão.

Ultrassonografia Doppler: Recomendada para pacientes com histórico de insuficiência vascular, garantindo adequada perfusão sanguínea na região operada.

Esses exames garantem uma abordagem personalizada, reduzindo riscos e otimizando os resultados da Artrodese tibio-társica. A seleção varia conforme o perfil do paciente e a complexidade do caso.