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Aderência uterina: Casos comuns de uso do especialista em aderência uterina

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 2 de maio de 2025

Casos comuns de uso do especialista em aderência uterina

O tratamento de aderência uterina é frequentemente indicado para pacientes que apresentam complicações pós-cirúrgicas, distúrbios menstruais ou dificuldades reprodutivas. Profissionais de saúde devem considerar a intervenção especializada nos seguintes cenários:

1. Síndrome de Asherman

Pacientes com síndrome de Asherman, condição caracterizada por aderências intrauterinas após curetagem ou infecções, necessitam de avaliação e tratamento especializado para restaurar a cavidade uterina e melhorar a fertilidade.

2. Infertilidade inexplicada

Mulheres com histórico de abortos recorrentes ou falhas repetidas em fertilização in vitro (FIV) podem ter aderências uterinas não diagnosticadas, exigindo investigação por um especialista.

3. Alterações menstruais significativas

Pacientes com amenorreia (ausência de menstruação) ou hipomenorreia (fluxo menstrual muito reduzido) após procedimentos uterinos devem ser avaliadas quanto à presença de aderências.

4. Complicações pós-cirúrgicas

Cirurgias como miomectomia, curetagem pós-parto ou cesárea podem levar à formação de aderências, causando dor pélvica ou obstrução tubária, demandando intervenção especializada.

5. Dor pélvica crônica

Pacientes com dor pélvica persistente sem causa aparente podem ter aderências uterinas como fator contribuinte, necessitando de diagnóstico preciso e tratamento direcionado.

O encaminhamento a um especialista em aderência uterina é essencial para garantir a abordagem correta, minimizando riscos e melhorando os resultados clínicos e reprodutivos.